Se tu em santa harmonia, me sorri tão delicadasei que logra o gozo da minha alma atormentada
vá-te logo a derredor, levanta tua sina poeira
Rasga teu véu sem dó, de ti não sobre centelha
Esvai pensamento hediondo, trespassa a realidade
amarga o fim do pensar e não reste nem saudade
ludibria o dorso oneroso da divina cova eterna
Amotina, deixa-me só, essa me é sina sem rédea