terça-feira, 5 de julho de 2011

Gritando...

Se tu em santa harmonia, me sorri tão delicada
sei que logra o gozo da minha alma atormentada
vá-te logo a derredor, levanta tua sina poeira
Rasga teu véu sem dó, de ti não sobre centelha

Esvai pensamento hediondo, trespassa a realidade
amarga o fim do pensar e não reste nem saudade
ludibria o dorso oneroso da divina cova eterna
Amotina, deixa-me só, essa me é sina sem rédea

domingo, 20 de março de 2011

Criatura




Sinto o seco seguinte, sobrevivente enfim
escuto cauteloso a amargura pintada
mais um algurio, vinde entao amada
solta o dorso da estátua dedicada e carmim,

vespeiro, irritado impetuoso imperdoavel
litanico, calado obstante nefando
e carmim ainda andante caminhando
visto que ódio é posse do antigo inefável

enfim conturbado lamentoso assim
feito de dualidade vivente
declarado assim existente
vês que agora te revelo dois de mim...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Anjos, ACORDEM!!!!


Nunca desista, tijolo por tijolo, no muro ou na ponte.
Essas coisas constroem sorrisos ou lagrimas na fronte, Muito do resta é o zumbido ou o eco insone, Mas o que se sabe nestes tempos imemoriais? Digo o hoje não revela nada mais...